Sinfonia do Caos – Uma Produção Original Cognição Eletrônica

Um dos motivos que nos motivou a idealizar o Cognição Eletrônica era poder levar a cultura da música eletrônica para diferentes locais e camadas da sociedade, apresentando-a como uma verdadeira forma de arte.

Sabemos que para muitas pessoas ela é vista apenas como um entretenimento, mas se observarmos bem, tudo que rodeia a e-music é arte na sua mais pura forma:

Temos performers, artistas visuais que se caracterizam com vestimentas temáticas e pinturas corporais para transmitir uma mensagem através da dança.

Cenografias cinematográficas e sistemas de iluminação que respondem fielmente aos sons do ambiente — todos projetados com o único propósito de multiplicar a experiência de imersão dos espectadores.

DJ’s e produtores musicais, que utilizam a tecnologia como instrumento para criar os mais diversos tipos de experimentações sonoras, muitas delas até usadas como referência em outros segmentos e gêneros musicais.

Acerca destes espetáculos ainda temos as produções fotográficas e audiovisuais, que registram estes momentos como verdadeiras poesias em forma de imagens.

Bem, se isso tudo não é arte… o que mais seria?

Não é de se espantar que instalações artísticas estejam cada vez mais presentes dentro dos eventos de música eletrônica e que sejam tão bem aceitas pelo público. Afinal, todo bom amante de música eletrônica possui aquela chama, mesmo que lá no fundo, do gosto pela arte.

 

Neste ano de 2019 tivemos a oportunidade de participar do FINART – Festival Internacional de Artes Gráficas, evento que acontece anualmente em São Paulo e Milão, na Itália.

Por se tratar de um festival que atinge os mais diversos perfis de público, decidimos então criar algo que transmitisse, do modo mais fiel possível, a essência da nossa cultura e que ainda despertasse no espectador um questionamento sobre o quão profundo pode ser esse universo da música eletrônica, principalmente em relação a o que é apresentado na TV ou na grande mídia.

A OBRA_

Em Sinfonia do Caos, fragmentos da vida noturna paulistana são unidos para retratar um espetáculo onde as percepções visuais dos participantes são colocadas à prova.

DJ’s, como maestros da era moderna, regem uma orquestra composta por instrumentos eletrônicos que emanam sonoridades abstratas e repetitivas, intencionalmente projetadas para conduzir o indivíduo a um estado de transe.

Local: Faculdade Santa Marcelina
Rua Dr. Emilio Ribas, 89 – Perdizes, SP.
Abertura: 4/10/19 às 19h.
Visitação: 07/10/19 a 01/11/19 – Seg a Sex das 8h às 22h.

Agradecimentos especiais / Participações de:

Carlos Capslock – Tessuto, L_cio, RhR, Max Underson, DJ Murphy, Okofa, Elloanigena, Femmenino, Ronalda Bi.

Mooleculas – Manara, Sacii, Will Do, Victor Hugo.

_com takes de: Felipe Dutra (Dutra.mov)